Da Capelinha aos Valinhos, a história dos três pastorinhos com luz do dia.
Em 1917, Lúcia, Francisco e Jacinta levavam as ovelhas das famílias a pastar nos campos em volta de Aljustrel, a aldeia onde viviam. Um desses campos era a Cova da Iria, onde hoje fica o Santuário. Muita gente vai a Fátima e conhece só esse campo: a grande praça, uma vela acesa e a volta para o ônibus. Neste dia vemos a história inteira, com luz do dia. Começamos pela Capelinha das Aparições e pelas duas basílicas, uma delas com os túmulos dos três pastorinhos. Depois seguimos para Aljustrel, para as casas onde eles nasceram, e de lá vamos a pé pelo campo até os Valinhos, a Loca do Anjo e o Calvário Húngaro. O carro é só do seu grupo e sai de Lisboa ou de Cascais, de manhã ou à tarde. Pelo caminho, o motorista-guia conta o que aconteceu em cada lugar.
Os horários são aproximados e se adaptam a você.
Buscamos você no hotel em Lisboa por volta das 08:30, ou das 08:00 em Cascais e no Estoril, em um carro privado com ar-condicionado. Quem prefere a tarde sai depois do almoço e faz o mesmo roteiro.
Começamos pelo coração do Santuário. A imagem de Nossa Senhora fica no ponto exato onde estava a pequena azinheira sobre a qual ela apareceu. Há missas e terços na Capelinha ao longo do dia; se quiser assistir a um deles, acertamos a hora da visita.
No alto da praça, a basílica da torre guarda os túmulos de São Francisco e Santa Jacinta Marto, canonizados em 2017, e da Irmã Lúcia, que morreu em 2005, aos 97 anos.
Do outro lado da praça fica a basílica mais recente, inaugurada em 2007, com mais de 8.500 lugares sentados. É um edifício redondo e moderno, muito diferente da basílica da torre.
Cinco minutos de carro e chegamos à aldeia onde nasceram os três pastorinhos. As casas de Lúcia e dos irmãos Marto estão abertas à visita, com entrada gratuita, mas fecham na hora do almoço; por isso marcamos a visita pelo horário delas. No quintal da casa de Lúcia fica o Poço do Arneiro, onde o Anjo apareceu no verão de 1916.
De Aljustrel seguimos a pé até os Valinhos, a cerca de 500 metros. Ali Nossa Senhora apareceu em 19 de agosto de 1917, na quarta aparição. No dia 13 desse mês, o administrador do concelho tinha levado as três crianças para Vila Nova de Ourém, onde as reteve até o dia 15, e por isso elas não estiveram na Cova da Iria. O monumento fica entre a oitava e a nona estação da Via Sacra.
Continuamos pela Via Sacra, entre capelas oferecidas em sua maioria por refugiados húngaros, até a Loca do Anjo, também chamada Loca do Cabeço. Ali os pastorinhos viram o Anjo na primavera e no outono de 1916, e uma escultura marca o lugar. A Via Sacra termina logo adiante, no Calvário Húngaro, com a Capela de Santo Estêvão.
Voltamos ao carro e pegamos a estrada. Se quiserem almoçar em Fátima antes, indicamos um bom lugar; nesse caso, o dia fica cerca de uma hora mais longo.
Deixamos você onde o dia começou: em Lisboa por volta das 14:00, um pouco mais tarde em Cascais e no Estoril, ainda com a tarde livre.
Ideal para quem quer conhecer Fátima inteira, e não só a praça: peregrinos que querem rezar em cada lugar onde a história aconteceu, famílias que querem contar essa história aos filhos dentro das casas dos pastorinhos e viajantes com pouco tempo, que saem de manhã e voltam no começo da tarde. O recinto do Santuário é quase todo plano, e o caminho a pé pelo campo é opcional e segue o ritmo de quem anda mais devagar.
Para comparar todas as formas de conhecer Fátima, veja a página de Fátima. Quem quer juntar a Batalha e Nazaré faz a Rota da Fé; quem quer ficar para a Procissão das Velas faz o Fátima à Noite.
Cerca de cinco horas e meia saindo de Lisboa e um pouco mais de seis saindo de Cascais, de porta a porta. A estrada ocupa umas duas horas e meia, somando ida e volta a partir de Lisboa; o resto do tempo passamos no Santuário, em Aljustrel e nos Valinhos.
Sai, e pelo mesmo preço. Buscamos você no hotel em Cascais ou no Estoril por volta das 08:00, meia hora antes da saída de Lisboa, e deixamos você no mesmo local no fim. Se estiver hospedado em Cascais e quiser juntar o Mosteiro da Batalha, veja o De Cascais a Fátima e Batalha.
Pode, em qualquer dia do ano. De manhã, saímos por volta das 08:30 e voltamos no começo da tarde. À tarde, saímos depois do almoço e voltamos no fim do dia. De novembro a janeiro anoitece antes das seis da tarde: nesses meses, à tarde, começamos por Aljustrel e pelos Valinhos, para fazer o caminho a pé com luz, e terminamos no Santuário.
Dá, e esse dia já existe: a Rota da Fé junta Fátima, o Mosteiro da Batalha e Nazaré em um dia inteiro, de nove a dez horas. A diferença está no tempo em Fátima: na Rota da Fé a visita se concentra no Santuário, e o Fátima de Dia inclui também Aljustrel, os Valinhos, a Via Sacra e a Loca do Anjo.
Este roteiro é de dia e não fica para a noite. Para viver o Santuário à luz das velas, temos o Fátima à Noite, que sai de Lisboa à tarde e fica para o terço e a Procissão das Velas.
Nos dias das aparições, de maio a outubro, o Santuário muda de ritmo: há celebrações próprias e muito mais gente, sobretudo nos dias 12 e 13. Para esses dias existe o Fátima em Família, com a peregrinação de cada mês e, em agosto, a Rota dos Pastorinhos, no dia 19. Nessas datas, carros, guias e quartos esgotam cedo na região, por isso convém reservar com antecedência.
Podem. O recinto do Santuário é quase todo plano, e o carro deixa vocês o mais perto que os acessos permitirem. O caminho a pé pelo campo, de Aljustrel aos Valinhos e ao Calvário Húngaro, é de pedra, tem subidas e é opcional: se alguém do grupo preferir não caminhar, fazemos o trajeto de carro e paramos o mais perto possível de cada lugar. O ritmo é sempre o de quem anda mais devagar.
Dá. O dia é curto, paramos sempre que for preciso e levamos cadeirinha para crianças, se pedir com antecedência. Em Aljustrel, dentro das casas onde viveram outras três crianças, a história fica mais fácil de contar aos mais novos. No recinto do Santuário dá para andar com carrinho de bebê; no caminho de pedra pelo campo, um canguru é mais prático.
O carro privado só para o seu grupo, o motorista-guia, combustível, pedágios, água a bordo e o transporte de porta a porta a partir do seu hotel, em Lisboa, Cascais ou Estoril. Ficam por sua conta as refeições, o ingresso de algum museu que queira incluir no dia e as gorjetas. O Santuário, as casas de Aljustrel e os Valinhos têm entrada gratuita. O tour é privado: nunca juntamos pessoas que não se conhecem.
Diga as suas datas e o tamanho do grupo. Respondemos rápido no WhatsApp com um valor claro e tudo incluído.
| 1 a 2 pessoas | €450 |
| 3 a 4 pessoas | €550 |
| 5 a 6 pessoas | €670 |
| 7 pessoas, em van de 7 lugares | €730 |
Valores por grupo, com veículo, guia e pedágios incluídos. Grupo maior ou roteiro sob medida? Fale conosco no WhatsApp.